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Robson França

Aparecida - SP

(12) 98857-7536

francarobson@terra.com.br

 

Hambúrguer de Macarrão Instantâneo

Pode servir de lanche ou prato principal. Leva queijo, alface e tomate

Ingredientes:

  • 400 ml de água
  • 1 pacote de macarrão instantâneo sabor galinha (ou sabor de sua preferência)
  • 2 hambúrgueres grelhados
  • 2 fatias de queijo
  • 2 folhas de alface
  • 2 fatias de tomate

Modo de preparo:

1- Numa panela coloque 400 ml de água e leve ao fogo médio até ferver. Adicione 1 pacote de macarrão instantâneo sabor galinha com o sachê de tempero e cozinhe por 6 minutos. Retire do fogo.

2 - Em 4 ramequins ou potinhos individuais (9,5 cm de diâmetro) forrados com filme plástico, coloque metade de macarrão instantâneo cozido, pressione levemente, formando um disco. Cubra com filme plástico e leve à geladeira para firmar (+/- 30 minutos). Retire os ramequins da geladeira, desenforme e retire os filmes plásticos.

3 - Numa frigideira antiaderente untada com manteiga, coloque os discos de macarrão instantâneo e leve ao fogo médio até dourar (+/- 2 minutos de um lado), com uma espátula, vire os discos de massa, com cuidado, para dourar do outro lado e deixe mais 2 minutos. Retire do fogo.

4 - Sobre um disco de massa coloque 1 hamburguer grelhado, 1 fatia de queijo, 1 folha de alface, 1 fatia de tomate e cubra com outro disco de massa formando um sanduíche. Sirva em seguida com catchup e mostarda.

VARIAÇÕES: no lugar do macarrão instantâneo coloque:

BATATA AMASSADA – cozinhe 300 g de batata com casca, descasque e amasse. Tempere com sal e pimenta-do-reino moída a gosto. Depois modele nas mãos formando discos ou use um aro (7 cm de diâmetro e 1 cm de altura). Empane na farinha de trifo, ovos batidos e farinha de rosca e frite até dourar.

ALFACE – grelhe o hambúrguer e faça a montagem do lanche dentro de uma folha de alface.

COGUMELO – modele a carne do hambúrguer crua, nas mãos,e coloque dentro de um shitake. Em uma frigideira quente, grelhe o hambúrguer, com a carne virada para baixo e o shitake por cima até o hambúrguer ficar dourado. Monte seu lanche.

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Culinária

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Curiosidades sobre a

gastronomia brasileira

O mapa gastronômico brasileiro foi traçado conforme as intersecções de comidas de várias origens e as migrações internas no país. Podemos dividi-lo em nove regiões: Norte, Nordeste, Salvador e Recôncavo Baiano, Centro-Oeste, Litoral, Cozinha Metropolitana, Cozinha mineira, Cozinha Caipira e Cozinha do Sul.

Conheça algumas curiosidades dessa cozinha tão procurada e desejada por todos no Brasil e no mundo…

Rio Grande do Sul – No sul do nosso País os italianos introduziram o galeto, a polenta e o vinho e os alemães as carnes defumadas, as lingüiças e o café colonial. O autêntico gaúcho gosta muito de carne e de tomar seu chimarrão. Por isso, que no Rio Grande do Sul não se conhece nada de mais fundamental do que saborear um churrasco ou um assado com essa bebida tão conhecida. Com tantas virtudes e maravilhas não é de estranhar que o Rio Grande do Sul atraia tantos imigrantes de origens tão diversas, criando na sua cozinha uma alegre extravagância, onde há satisfação para todos os gostos!

São Paulo – Na culinária paulistana o princípio desenha-se a partir de uma mescla dos costumes dos povos ibéricos e indígenas. Os índios contribuem com a farinha de milho e o peixe defumado. Os europeus, com a horticultura, o pastoreio, o trigo, a galinha. São resultados dessa união os virados à paulista, o cuscuz paulista, os pirões e as farofas. Não é à toa que hoje São Paulo é uma grande capital gastronômica.

Rio de Janeiro – Alguns donos de restaurante afirmam que o prato carioca é um estado de espírito. Outros conferem ao Rio a autoria da feijoada completa e da comida de botequim, verdadeira instituição da cidade beira-mar. A culinária carioca tem algumas peculiaridades, como o amor pela tradição portuguesa. Em nenhum outro lugar do Brasil se respeita com tanto gosto o ritual do cozido e se andam tantos quilômetros atrás de um caldo verde ou de uma isca de fígado. O Rio também tem uma cozinha de vanguarda internacional, pronta para as grandes festas, recepções e banquetes oficiais.

Brasília – Devido à influência de fora e a revolução cultural e culinária em Brasília não é difícil almoçar pato ao tucupi ou feijoada carioca e jantar churrasco ou frango ao molho pardo.

Goiás – O goiano é um grande produtor e um ótimo consumidor de arroz, misturado a diversos ingredientes. Os pratos mais populares são: pequi, guariroba, bolinho de arroz, pamonhas, leitão assado, tutu com lingüiça, torresmo e couve. A pimenta preferida é a pimenta-bode, mas o sabor picante fica por conta da jurubeba.

Mato Grosso – Peixe é coisa de Mato Grosso. Os preferidos são: pacu, piraputanga, pacupeba, piabucu, curimbatá e dourado. A mojica, uma das receitas mais populares, é feita com o pintado. O mato-grossense usa e abusa da pimenta-malagueta. O acompanhamento mais usual para o peixe é a banana-da-terra.

Mato Grosso do Sul – Além dos peixes, surgem também os pratos de carne. A proximidade da fronteira com o Paraguai transparece no gosto pelo mate gelado. Também vieram de lá as chipas, uma variante do pão de queijo mineiro, e a sopa paraguaia, um bolo feito com milho, cebola e queijo. Outro artigo de importação muito popular são as salteñas, pastéis assados e recheados com frango, de origem boliviana.

Pará – A base da cozinha paraense é a mandioca, cujo cultivo e técnica para transformá-la em farinha-d’água, beijus, pirões e mingaus já eram conhecidos pelos índios a muito tempo atrás. Em todo o lugar é possível saborear diferentes iguarias: pato no tucupi, tacacá, maniçoba, arabu, peixe moqueado, pirarucu de sol, açaí, pequiá, pupunha, sopa de aiú, casquinho de mussuã e caranguejo. Belém seduz por uma infinidade de apelos culinários exóticos.

Maranhão – Disputado por franceses, portugueses e holandeses no início da colonização brasileira, o Maranhão se enriqueceu através dos séculos com os temperos e os alimentos provenientes da África e da Europa. O resultado na cozinha? Consomem-se amplamente mariscos, siris, caranguejos, meros, pescadas, robalos, cascudos, tainhas, curumbatás, surubins e o peixe-boi. Já no interior, a caça é bastante apreciada e preparada com óleo de babaçu. As sobremesas típicas são os doces portugueses e uma infinidade de doces de frutas nativas como maracujá, bacuri, jenipapo e tamarindo.

Pernambuco – Foi assim, transmitidas oralmente de mãe para filha, de tia para sobrinha, que foram preservadas receitas criadas ainda nos tempos do Brasil Colônia, quando Pernambuco se tornou pioneiro na produção de açúcar em larga escala no país. Muitas das herdeiras dessas tradições se recusam a deixá-las escapar do âmbito familiar, mas, para nossa sorte, há outras, generosas, que concordaram em revelar seus truques e mistérios!

Bahia – Primeira capital do país, Salvador foi o grande centro da troca de alimentos até o século XVIII. A cultura africana se impôs na alimentação e essa influência se afirmou na predileção por três ingredientes: o leite de coco, o azeite-de-dendê e a pimenta. Com eles, foram criadas muitas iguarias: vatapá, caruru, bobó de camarão e as moquecas. Já os doces foram pautados por portugueses e ameríndios. São delícias feitas de ovos, pamonhas, canjicas, quindins, mingaus e o pão-de-ló. A Bahia tem a culinária mais mestiça do país

Fonte: https://www.fleischmann.com.br